Projeto Horta Urbana implementa alimentação de famílias na zona leste

Parceria entre o Viveiro Escola da Vila Jacuí e o CREN possibilitou o acesso de famílias da região a uma alimentação com mais qualidade nutricional

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Garantir a segurança alimentar e nutricional para a população carente está se tornando uma questão cada vez mais importante para todos. Neste sentido o projeto social Viveiro Escola da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), implantado na Vila Jacuí, zona leste da capital, está fornecendo semanalmente, desde o início da pandemia, cestas de produtos naturais para cerca de 20 famílias vulneráveis da região.

Este atendimento é fruto do Projeto da Horta para a Mesa, realizado por meio de parceria entre o Viveiro-Escola e o Centro de Recuperação e Educação Nutricional (CREN), uma entidade sem fins lucrativos com foco no atendimento nutricional de pessoas carentes da região.

O Projeto da Horta para a Mesa tem como objetivo possibilitar o acesso, de famílias em situação de insegurança alimentar e com crianças ou adolescentes malnutridos, a alimentos in natura orgânicos, provenientes da agricultura familiar urbana. O CREN compra os produtos orgânicos do Viveiro-Escola e repassa sem custos às famílias.

As cestas são compostas por vegetais frescos como alface, couve, escarola, espinafre, almeirão, chicória, além de temperos e plantas alimentícias não convencionais, mais conhecidas como PANCs, ampliando, assim, a diversificação e oferta de nutrientes das famílias.

A horta urbana foi implantada pela Secretaria de Estado da Habitação, por meio da CDHU, no Projeto de Urbanização Pantanal. “É com grande alegria que vejo o interesse da comunidade em trabalhar na horta, preparar e adubar a terra, acompanhar o crescimento das hortaliças. Nas oficinas e cursos as pessoas podem aprender como prepará-las, isso não tem preço” afirmou Aldineia Pereira da Silva, uma das representantes do Mulheres do GAU.

“A CDHU mantém no Viveiro-Escola um importante trabalho de assistência técnica, que garante emprego e renda, além de ser um espaço de convivência, formação e conscientização ambiental para a região”, disse Walkyria Marques de Paula, gerente Social de Ação de Recuperação Urbana e Fomento ao Desenvolvimento Local da Companhia.

Reportagem: Da Redação.  Foto: Divulgação.

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